Pesticidas e Herbicidas como o Glifosato associados à doença de Parkinson e outras desordens neurológicas

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Os genes da espécie humana nunca estiveram sob tanta e tão intensa pressão do ambiente em redor. Pesticidas e herbicidas químicos que confundem, distorcem e destroem a química natural da vida e microbiologia, estão a ser aplicados directamente sobre os alimentos que as pessoas comem. Os efeitos nocivos estão a ser identificados e medidos até ao nível genético.

Os genes da espécie humana nunca estiveram sob tanta e tão intensa pressão do ambiente em redor. Pesticidas e herbicidas químicos que confundem, distorcem e destroem a química natural da vida e microbiologia, estão a ser aplicados directamente sobre os alimentos que as pessoas comem. Os efeitos nocivos estão a ser identificados e medidos até ao nível genético.

Na presença de pesticidas e herbicidas como o glifosato, genes saudáveis ​​que foram feitos para se expressarem estão a ser desligados, e os genes que foram destinados a permanecer dormentes estão a ser activados. A raça humana está a passar por uma mudança como nunca antes, e as mudanças epigenéticas estão a ocorrer silenciosamente, sem a necessária compreensão humana.

Os pesticidas e herbicidas estão a destruir a relação natural do corpo

Este dilema nasce do desejo da Humanidade de controlar e manipular a natureza, seguindo atalhos químicos na agricultura e na produção de alimentos. Quando é que vamos começar a perceber que a miríade de produtos químicos que desenvolvemos, pulverizamos, respiramos, comemos e injectamos nos nossos corpos, estão a interferir com a relação natural e saudável entre os nossos sistemas de órgãos? Cientistas independentes estão agora a começar a entender que o mecanismo que o herbicida glifosato usa para destruir plantas, é o mesmo mecanismo que mata as bactérias benéficas no intestino humano. E são estas bactérias benéficas que ajudam na absorção adequada dos nutrientes, na eliminação de resíduos, na desintoxicação de impurezas, e proteção do revestimento dos intestino e vasos sanguíneos. Sem um microbioma forte, o corpo humano é lento a iniciar respostas imunitárias a agressores patogénicos.

Os genes estão a ser danificados desde uma idade tão jovem que as crianças são inundadas por produtos químicos

Os bebés estão sendo introduzidos aos pesticidas e herbicidas desde essa idade, sendo expostos a eles através dos tubos de alimentação nos hospitais e fórmulas com xarope de milho. A carga de produtos químicos é muito mais devastadora nos corpos de menor dimensão, em desenvolvimento, e que têm tipicamente de 1/30 do peso de um adulto. Além disso, a taxa a que as crianças estão a ser injectadas com o alumínio através nas vacinas, antibióticos, formaldeído, Glutamato monossódico e, em alguns casos mercúrio, sugere que os genes saudáveis ​​poderão nunca ter condições normais para expressar a sua inata e saudável disposição.

À medida que estes produtos químicos degradam o revestimento do intestino e esgotam microbiologia inteligente do corpo, o sangue é facilmente infiltrado, permitindo que os produtos químicos circulem por todo o sistema, sobrecarregando os sistemas de filtração como rins, vesícula biliar, fígado e pele. Se o corpo é exposto durante tempo suficiente, os pesticidas, metais pesados ​​e outros produtos químicos podem mesmo circular até ao cérebro, causando a morte de células neuronais e interferindo com as hormonas e homeostase mental.

As fortes ligações entre pesticidas, herbicidas e a doença de Parkinson

Os pesticidas e herbicidas são pulverizados de forma tão descuidada hoje em dia, infiltrando-se tanto na química dos alimentos como no ar que respiramos. Dolorosamente, aos agricultores é muitas vezes dito para pulverizar o glifosato, que é cancerígeno, num campo estéril, pós-colheita, só para ter certeza que não vão crescer ervas daninhas durante o inverno. É tão triste.

No Departamento de Cancro e Epidemologia Genética do Instituto Nacional do Cancro, os pesquisadores descobriram que a exposição crónica a pesticidas está ligada directamente à doença de Parkinson. A doença de Parkinson representa um conjunto de problemas de saúde com origem no sistema nervoso central e cujos sintomas são o declínio da função motora, espasmos nas extremidades, défices cognitivos e, potencialmente, a demência total.

Em Maio de 2013, a Academia Americana de Neurologia (AAN) publicou os resultados de mais de 100 estudos de todo o mundo, demonstrando que a exposição a pesticidas, herbicidas e solventes aumenta, e está “provavelmente associada a um maior risco de desenvolver a doença de Parkinson”. Os agricultores que trabalham directamente com esses produtos químicos são os que mais sofrem com as doenças neurológicas, em particular a doença de Parkinson. A exposição a pesticidas nas áreas rurais estava directamente ligada a um risco uma ou duas vezes superior de desenvolver Parkinson.

Segundo um estudo de 2011 conduzido por pesquisadores da Universidade da Escola de Saúde Pública da Califórnia, Los Angeles, a exposição aos pesticidas utilizados a nível doméstico, resultava num risco três vezes maior de desenvolver Parkinson. Numa meta-análise, 17 dos 19 estudos mostraram que o aumento da duração da exposição a pesticidas e herbicidas químicos, estava directamente ligada ao aumento do risco de desenvolver a doença de Parkinson.

O corpo humano não é fortalecido quando exposto aos produtos químicos industriais. A exposição aos pesticidas não torna o corpo mais resistente. Este ataque com produtos químicos na relva, na nossa cultura alimentar e em casa, vai lenta e silenciosamente enfraquecendo-nos. Os danos são observados e sentidos a nível hormonal, microbiano e genético, destruindo a harmonia natural do corpo com e dentro do seu ambiente.

As fontes deste artigo incluem:

MidwestPesticideAction.org (página 14)

AnnualReviews.org

NCBI.NLM.NIH.gov

Science.NaturalNews.com

Tuesday, March 08, 2016 by: L.J. Devon, NaturalNews

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