Estudo encontra um vínculo substancial e “muito forte” entre os organismos geneticamente modificados e múltiplas doenças

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Não é segredo que estamos a viver num momento em que as doenças crónicas continuam a subir de forma exponencial, em particular nas últimas duas décadas. Novas evidências continuam a amontoar-se, sugerindo que os organismos geneticamente modificados (mais especificamente os alimentos geneticamente modificados) podem ter desempenhado e desempenham um papel fundamental nessas estatísticas.

Um estudo publicado no Journal of Organic Systems em Setembro passado examinou as bases de dados do governo dos EUA e os investigadores procuraram dados de colheitas de alimentos geneticamente modificados, dados da aplicação de glifosato e dados epidemiológicos de doenças enquanto faziam uma “análise de correlação” com um total de 22 doenças diferentes.

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Como a monsanto modifica geneticamente a nossa comida em comparação com o que o acontece na Natureza

Alimentos geneticamente modificados

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Está preocupado com os alimentos geneticamente modificados? O GMO Revealed é um óptimo documentário que aborda muitas das questões e preocupações que a maioria das pessoas tem hoje em dia.

Em Março de 2014, cientistas da Universidade de Indiana anunciaram que realizaram pesquisas para examinarem as operações do genoma da mosca da fruta “em muito maior detalhe do que anteriormente” e que identificaram “milhares de novos genes, transcrições e proteínas”. Os seus resultados indicaram que a o genoma da mosca é “muito mais complexo do que se suspeitava anteriormente e sugerem que o mesmo será verdade para os genomas dos outros organismos superiores”. Dos aproximadamente 1.500 novos genes que foram descobertos, 536 deles foram encontrados em áreas que anteriormente se acreditava serem zonas livres de genes. Para além disso, quando as moscas foram submetidas a stresse, pequenas mudanças no nível de expressão de milhares de genes ocorreram e quatro genes recentemente modelados foram expressos de forma totalmente diferente.

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ALERTA DE EXTINÇÃO: os produtos químicos nos alimentos e nos artigos de higiene pessoal estão a esterilizar a Humanidade… e podem levar à sua extinção

Se as contagens de esperma continuarem a decrescer ao ritmo actual, os seres humanos podem entrar em extinção, um novo relatório revela. Uma equipa de investigadores da Faculdade de Saúde Pública e Medicina Comunitária da Universidade Hebraica de Hadassah Braun e da Faculdade de Medicina de Icahn no Monte Sinai analisaram os resultados de 185 estudos envolvendo cerca de 43,000 homens da América, Europa, Austrália, Nova Zelândia, Ásia e África que forneceram amostras de sêmen entre 1973 e 2011.

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O Departamento Suíço de Instrução Pública implementa o “Princípio de Precaução” no que diz respeito aos dispositivos Wi-Fi e outras tecnologias Inteligentes

Em Julho de 2017, a República e Cantão de Genebra, Departamento de Instrução Pública, Cultura e Desporto, Serviço de Saúde para Crianças e Jovens da Suíça fez algo bastante invulgar, mas extremamente pró-activo, para fazer cumprir o “Princípio da Precaução”.

Fonte: [1]

O Departamento Suiço de Instrução Pública

“Emitiu uma nota sobre os riscos da tecnologia digital para a saúde, que deve ser transmitida a todos os professores no início do ano lectivo. O Serviço relembra-nos que as telas também afetam o sono e a visão e favorecem o desenvolvimento de doenças como diabetes do tipo 2, doenças cardiovasculares e obesidade. A nota menciona brevemente a radiação eletromagnética (no contexto do risco de cancro e as recomendações de precaução do Escritório Federal de Saúde Pública sobre o uso de Wi-Fi-WLAN). Esperamos que esta nota também seja enviada a todos os médicos, em particular aos pediatras” conforme a tradução do Editor do livro “Rumo a uma saúde melhor “. [2] read more

As autoridades da União Europeia violaram as suas próprias regras e descartaram evidências de cancro para manterem o glifosato no mercado

Um novo relatório do toxicologista Dr. Peter Clausing, mostra que as autoridades da UE violaram as suas próprias regras e desconsideraram as evidências de que o glifosato é cancerígeno, para chegarem à conclusão de que o produto químico não causa cancro.

As autoridades da UE chegaram à conclusão de que o glifosato não é cancerígeno, desconsiderando e eliminando as evidências de cancro em experiências com animais, violando as directrizes que devem orientar o seu trabalho, de acordo com um novo relatório [1] do toxicologista alemão Dr. Peter Clausing.

O relatório mostra pela primeira vez que o glifosato deveria ter sido classificado como cancerígeno, de acordo com os padrões actuais da UE. Isso significaria uma proibição automática ao abrigo da legislação da UE sobre pesticidas. No entanto, as autoridades da UE ignoraram e violaram esses padrões, permitindo-lhes chegar a uma conclusão de que o produto químico não é cancerígeno.

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As novas culturas geneticamente modificadas utilizam tecnologia de interferência no ARN para esterilizarem em massa

O silenciamento de genes levantou algumas sobrancelhas quando foi promovido, há pouco mais de um ano, como a próxima tecnologia “milagrosa” de alteração de genes. Foi desenvolvida com a capacidade de fazer inserções e deleções “precisas” no genoma de uma planta. Esta nova tecnologia foi desenvolvida para utilizar a interferência de ARN para bloquear a tradução de proteínas num gene. Não soa tão ubiquitariamente perigoso até perceber que o alvo específico é a capacidade reprodutiva de um insecto.

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Novos documentos mostram que um popular artigo Pro-Monsanto foi realmente escrito pela própria Monsanto

De acordo com documentos recentemente divulgados por via de um processo contra a Monsanto, no que diz respeito à segurança do glifosato, um herbicida amplamente utilizado, um proeminente académico da Universidade de Stanford permitiu que o gigante agroquímico escrevesse um artigo em seu nome. Posteriormente foi publicado na revista Forbes.

Henry I. Miller, um colega de Robert Wesson em Filosofia Científica e Política Pública na Hoover Institution da Universidade de Stanford, tem sido um aliado de longa data das grandes empresas agrícolas, bem como da indústria do tabaco.

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Os Cientistas finalmente descobrem porque comer carnes vermelhas causa cancro

Um novo estudo da Universidade da Califórnia de San Diego descobriu o culpado por detrás da associação entre o consumo de carne vermelha e cancro – e tudo isso tem a ver com um açúcar.

Os seres humanos são os únicos animais que apresentam maior risco de cancro no que diz respeito ao consumo de carne vermelha, já que outros carnívoros comem carnes vermelhas sem efeitos secundários.

O estudo, que foi publicado a 29 de Dezembro no “Procedimento da Academia Nacional de Ciências”, descobriu que um açúcar único chamado Neu5Gc, encontrado na maioria dos mamíferos, mas não nos seres humanos, desencadeia uma resposta imune que, por sua vez, causa inflamação.

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Mercúrio e Chumbo: a Falácia dos “Níveis Seguros”

No nosso mundo cheio de toxinas, muitas vezes estamos à espera que as agências governamentais nos digam quais os níveis de exposição que devemos considerar seguros ou inseguros. Se a nossa exposição não exceder um limite determinado pela agência, assumimos que não existem razões para nos preocuparmos. Mas como é que as agências reguladoras determinam esses mesmos limites? Existem evidências consideráveis ​​que sugerem que os limites de segurança são frequentemente arbitrários e não definem com precisão os riscos.

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Nova e surpreendente investigação revela que a Meditação e o Yoga literalmente reparam o ADN

As actividades que promovem o equilíbrio tais como o Tai Chi, o Yoga e a meditação são reconhecidas pela sua capacidade de promoverem uma sensação de bem-estar e reduzirem o stress, mas poderão ter mais benefícios do que aqueles que aparentam? Embora esses exercícios sejam conhecidos por serem óptimas formas de relaxar, as novas investigações mostraram que os seus benefícios se estendem muito além do efémero. As actividades mentais e corporais de descompressão podem oferecer mais do que apenas benefícios mentais. Na realidade, essas actividades podem efectivamente criar transformações físicas ao nível molecular.

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