Uma carta aberta aos Líderes Empresariais: o que o EVENTO significa para a Humanidade – e para Si

Prefácio – eu gostaria que a “Ética Corporativa” deixasse de ser uma contradição. Precisamos de chegar ao dia (e ESTÁ chegando) em que os direitos legais de uma só pessoa são mais importante dos que os de uma empresa. A maioria das decisões tomadas em tribunal deram às grandes empresas todos os direitos de uma pessoa, atribuindo poucos deveres legais ou responsabilidades morais.

Esta injustificável interpretação legal tem sido usada até ao limite nos dois últimos séculos. Permitiu às grandes empresas modernas tornarem-se o mais poderoso instrumento de transferência de riqueza na história da Humanidade. Elas são excelentes mecanismos para o efeito, porque apesar das suas acções serem transaccionadas publicamente, claramente houve um processo evolutivo ao longo do tempo para beneficiar uma minoria à custa dos demais – sempre capazes de se esconder por detrás da “pessoalidade”, ou mascarando o seu processo de extracção de riqueza das comunidades e países enquanto projectam a sua imagem de altruísmo.

Esses dias estão prestes a acabar. O EVENTO irá mudar isso tudo. Do dia para a noite, um grande número de multinacionais – em particular aquelas relacionadas com o sector financeiro – abrirão falência. A magnitude das mesmas implicará que muitas delas tenham de ser divididas em partes menores por forma a que o termo “multinacional” se torne uma relíquia de uma era de corrupção e desigualdade massiva. Não mais será permitido às companhias transferir riqueza furtivamente entre países, ou de consumidores e empregados para aqueles que providenciam o “capital”.

A actual população de gestores de empresas precisará de se adaptar rapidamente – em particular aqueles que desde à muito tempo colaboram indirectamente com ou que conscientemente são agentes das próprias organizações criminosas. Para muitos, os novos “chefes” serão as populações do próprios países. Isto por si só forçará muitos a deixar o mundo dos negócios permanentemente (talvez pela força nalguns casos), ou a mudar radicalmente a sua mentalidade para o paradigma das “pessoas em primeiro lugar, os lucros depois”.

Uma carta aberta aos Líderes Empresariais: o que o Evento significa para a Humanidade – e para Si

O que testemunham neste momento está a ser preparado desde à já muito tempo. Desde pelo menos 1975, um plano foi desenvolvido para permanentemente levar a humanidade a afastar-de do futuro distópico do controlo social e escravatura económica. Isto foi considerado necessário por agentes de forças de inteligência  após os eventos horríficos dos 12 anos anteriores – como o assassinato do presidente Jonh Kennedy, o conflito “não declarado” no Vietname, outras guerras coloniais e Watergate.

Ao longo dos anos este plano cresceu em alcance e complexidade. As tácticas evoluíram, alianças foram formadas, e os números cresceram sobremaneira –mas o cerne sempre foi como disseminar de forma eficaz a Verdade, de modo que fosse impossível de controlar.. O que está a acontecer não poderia ser possível sem computadores pessoais ou Internet. Sem qualquer uma dessas invenções se tornar de uso quotidiano, todo o fluxo de informação seria completamente controlável dados os recursos ilimitados e impiedosos das associações criminosas.

Os frutos deste esforço vão ser colhidos agora. Contudo vamos passar por uma experiência disruptiva no nosso quotidiano que não tem precedentes na história humana. A partir de hoje podemos contar com:

  • Uma transformação no que diz respeito aos conteúdos transmitidos pelos meios de comunicação social
  • Uma interrupção ou disrupção temporária do sistema de transacções electrónicas e do sistema bancário e financeiro (3 a 14 dias)
  • Detenções de figuras públicas entre as quais políticos poderosos, figuras religiosas e personalidades ligadas ao mundo das finanças
  • Revelações massivas relativamente às <<teorias da conspiração>> que vão agitar aqueles que estavam anteriormente desatentos, tal como um <<duche frio numa pessoa embriagada>>

Parar o Cartel dos bancos centrais provou ser a única forma de finalmente parar as actividades criminais de um surpreendente pequeno número de psicopatas portadores de enorme riqueza e perigosos. Simplificando, enquanto que o sistema financeiro permanecesse sob o controlo dos bancos centrais (e daqueles que os conhecem) estes criminosos seriam sempre capazes de imprimir mais dinheiro e direccioná-lo sempre que necessário para manterem-se no poder. Agora a sua fonte de poder desapareceu, mas o nosso quotidiano será tudo menos normal nos próximos tempos. Dificuldades podem ocorrer, mas em última análise o <<novo normal>> será muito mais benéfico para as massas que o recente status quo.

Assim que várias revelações sobre actividades ilegais e decididamente imorais tornem-se públicas não haverá volta a trás. O novo sistema financeiro terá como activos elegíveis para garantia bens tangíveis em vez de dívida. As empresas terão de operar num ambiente regulamentar totalmente diferente. Muitas poderão tornar-se propriedade <<pública>> no sentido em que os lucros serão distribuídos pelas pessoas do país onde a companhia é domiciliada. Por último, e mais importante, deixará de existir <<desemprego>> porque haverão sempre muitos empregos disponíveis.

Em última análise, conceitos como <<ter qualificações a mais>>, <<redundante>> e <<maximização das eficiências de custo>> desaparecerão ou mudarão dramaticamente no mundo dos negócios. Estes conceitos foram fortemente doutrinados na nossa cultura da era pós Milton Friedman, segundo o qual os líderes empresariais somente respondem perante os accionistas. Agora é o tempo incerto onde novas ideias precisam de ganhar raízes – e rapidamente! Colectivamente, temos de construir um novo futuro onde seja impossível um pequeno grupo de pessoas dominar e controlar os assuntos mundiais que perpetuam o seu poder.

Muitos de vocês estão receosos neste momento. Citando Nick Hanauer, podem sentir que as “forquilhas estão vindo na vossa direcção”. Contudo, não tem de ser dessa forma; vocês controlam  o vosso próprio destino nesta época incerta – desde que busquem a redenção e estejam dispostos a mudar o vosso pensamento em relação a isso – ou mais correctamente QUEM são as prioridades em qualquer negócio.

Apesar de não gostar de usar este termos, é como que uma Epifania ou Revelação colectiva. As anteriores relações entre executivos empresariais e accionistas serão invertidas. Em vez da complacência com a alta finança ou analistas de investimento, qualquer equipa de gestão de uma empresa terá de responder perante o público. Isto acontecerá em parte devido às revelações focadas em seguir o <<rasto do dinheiro>> que se estão a iniciar. O rasto levar-nos-à a um aparente labirinto de fundos, contas em paraísos fiscais ou activos obtidos ilegalmente como terras ou metais preciosos.

Em última análise levará muitos a serem escoltados em frente às câmaras de televisão a caminho da prisão. Mas o que acontecerá a seguir afectar-nos-à a todos, e irá nivelar o mundo inteiro no campo económico.

Resumindo, muita desta riqueza foi roubada por via de guerras ilegais, crimes contra a Humanidade e organizações corruptas que promovem a agiotagem através do crime organizado. Mais ainda, verificou-se que muitas destas pessoas financiam o terrorismo desde tempos imemoriais. De forma interessante, é legal na maioria dos países o arresto da propriedade e bens obtidas através dos crimes mencionados anteriormente, e usá-los para compensações ou indemnizações.

Contudo, para pagar essas compensações, os mecanismos de armazenamento e criação de riqueza desses indivíduos têm de ser desmantelados. Isto significa não só o fim do actual cartel da banca, mas também o fim da empresa moderna tal como conhecemos. Essencialmente, todas as acções de empresas – quer estejam na posse de indivíduos ou investidores institucionais – terão de ser pagas para que essa riqueza possa ser usada para reconstruir as infraestruturas do planeta assim como pagar indemnizações pelos financiamentos atribuídos ao terrorismo e guerras genocidas.

Isto significa que terminaram os mercados bolsistas tal como os conhecemos. Quase todas as companhias terão de ser nacionalizadas por se encontrarem em processo de falência – em particular todas aquelas que actualmente são <<multinacionais>>. Em seu lugar nascerão novos negócios construídos a partir das cinzas da ganância excessiva. A hierarquia de poder dessas novas empresas poderá ser bastante diferente também; serem propriedade efectivamente <<pública>> será a nova moda – os lucros reverterão para as jurisdições dessas companhias.

A transição para este modelo de negócio terá um efeito secundário interessante: a maioria dos cidadãos pagará muito menos na medida em que os lucros são redistribuídos através de taxas sobre os rendimentos da empresa ou assumidamente pelos habitantes de uma localidade ou país, podendo estes tornarem-se donos da empresa em causa. Se estivermos dispostos a repensar o que são os impostos sobre o rendimento colectivo, será fácil enquadrar no referido imposto a possibilidade de ter uma parte do capital ou uma acção da empresa proporcional à taxa numa dada jurisdição. Portanto é perfeitamente possível estabelecer uma ligação entre imposto sobre o rendimento e o conceito de uma empresa ser propriedade “das pessoas e para as pessoas”.

Assim sendo, quaisquer executivos que procurem minimizar os impostos a pagar através da “optimização fiscal” estão essencialmente a transferir riqueza de um conjunto de accionistas (a jurisdição onde a empresa pertence) para outros (as mesmas <<elites>> que estão a ser presas e encarceradas durante o EVENTO).

Repensar os impostos sobre o rendimento colectivo assim como o que deverão ser os <<direitos>> de uma empresa são simplesmente duas das muitas mudanças que estão a caminho, e que deveriam ter acontecido à muito tempo. Simplificando: a maioria das empresas deixou de fora os grupos de interesse mais importantes durante demasiado tempo – os colaboradores e clientes. Correspondendo somente às exigências dos accionistas, é uma excelente forma de dar uma boa imagem a curto prazo. Mas a longo prazo, transforma-se num roubo legalizado porque encoraja decisões que prejudicam a sociedade como um todo.

O próximo passo a dar é da vossa responsabilidade. Se procuraram apenas justificar as vossas acções e decisões passadas, preparem-se para – no mínimo – serem ridicularizados publicamente. Tenham em mente que existem muitos agentes de serviços secretos empenhados nesta transformação positiva. Todas as conversas, memorandos, cada decisão feita pela elite criminosa foi cadastrada – e se existirem provas suficientes para apresentar em tribunal, poderá muito bem ser acusado de crimes de <<colarinho branco>>. Se este for o destino que desejam, vão em frente – teimem e desafiem, mas o vosso futuro passará pela prisão, e serão deixados de fora enquanto o resto da humanidade prospera economicamente e eleva os seu níveis de vida, numa forma que até agora só existiu em sonhos.

Por outro lado, ao olharem-se no espelho e decidirem “talvez este seja o momento de mudar”, talvez tenham mais sorte que os vossos colegas que investem todo o tempo, energia e cada vez menos fortuna que têm para defender as suas reputações. Aqueles de nós que trabalham para um futuro melhor, fomos aconselhados por <<quem está por dentro>> sobre o que se está a passar, que o perdão é o resultado mais desejável nas futuras audiências das comissões de verdade e reconciliação. Nós como espécie precisamos de seguir em frente, e alguns de vocês poderão ter uma importância vital na cura e reconstrução do nosso mundo. Contudo, até certas declarações públicas de arrependimento serem feitas, é pouco provável que alguém que ostentasse o título de “chefe” antes do EVENTO seja novamente considerado digno de confiança, a não ser que revelem todas as conversas e memorandos escondidos sob a alçada dos chamados acordos de confidencialidade.

É altura de pararem de esconderem-se por detrás das protecções legais e económicas que até agora tiveram. Agora que o EVENTO aconteceu, essas protecções desaparecerão para sempre. Dando o passo em frente, quem queira prosperar no mundo dos negócios, vai ter de criar mais-valias para os clientes de forma ética. Isto significa que não se tratarão mais os colaboradores como gado, ou empregarão crianças em fábricas de roupa, o que os tornam assim, campos de trabalho forçado. Não. Dar o passo em frente significa que todos serão valorizados independentemente do local onde cresceram, a cor da sua pele, quem conhecem ou o seu apelido.

A escolha é sua. Ao cooperar tornará todas as nossas vidas melhores – incluindo a sua.

Traduzido do original http://eventreference.org/2015/03/29/an-open-letter-to-corporate-executives-what-the-event-means-for-humanity-and-you/

Carta-aberta-aos-líderes-empresariais.pdf (18 descarregamentos)
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