As Alterações Climáticas são um embuste

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Ciência climática – Uma Verdade Inconveniente.

As mudanças climáticas e o aquecimento global são um embuste

A ideia e a criação do embuste das mudanças climáticas e do aquecimento global têm sido produto dos objectivos malignos de famílias poderosas, que visam controlar o mundo através do controlo das finanças e da produção de alimentos.

Eles cometeram um erro simples na arquitectura do modelo climático e esse erro alterou os resultados obtidos pelos modelos. O calor preso pelos níveis crescentes de dióxido de carbono apenas reroutes para o espaço através de vapor de água. Toda a categoria de feedback foi omitida, o que exagerou muito a sensibilidade calculada ao dióxido de carbono. Este fato mal calculado foi suficiente para distorcer os resultados para que eles pudessem ser usados ​​para apoiar a mentira das mudanças climáticas.

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O Instituto Nacional do Cancro dos E.U.A. discretamente confirma que a Cannabis pode curar o cancro

Aparentemente, a mão esquerda deste governo não sabe o que a mão direita está a fazer, ou provavelmente não quer saber. Usando como presa fácil os utilizadores de Cannabis e utilizando-os como mão-de-obra barata nas prisões enquanto destroem famílias, existe pouca motivação para remover a cannabis da lista de substâncias proíbidas.

Essa lista inclui drogas perigosas, viciantes e sem mérito terapêutico. A Agência Americana para o Narcotráfico [DEA – Drug Enforcement Administration] precisa de justificar o seu financiamento e a Agência Reguladora dos Alimentos e Fármacos [FDA – Food and Drug Administration] prefere carimbar a aprovação de medicamentos farmacêuticos que são muito mais perigosos do que a cannabis e muito menos eficazes. A FDA tem de obrigar os seus clientes corporativos a manterem os seus pagamentos de licenciamento das grandes farmacêuticas em dia.

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Estudo encontra um vínculo substancial e “muito forte” entre os organismos geneticamente modificados e múltiplas doenças

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Não é segredo que estamos a viver num momento em que as doenças crónicas continuam a subir de forma exponencial, em particular nas últimas duas décadas. Novas evidências continuam a amontoar-se, sugerindo que os organismos geneticamente modificados (mais especificamente os alimentos geneticamente modificados) podem ter desempenhado e desempenham um papel fundamental nessas estatísticas.

Um estudo publicado no Journal of Organic Systems em Setembro passado examinou as bases de dados do governo dos EUA e os investigadores procuraram dados de colheitas de alimentos geneticamente modificados, dados da aplicação de glifosato e dados epidemiológicos de doenças enquanto faziam uma “análise de correlação” com um total de 22 doenças diferentes.

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Como a monsanto modifica geneticamente a nossa comida em comparação com o que o acontece na Natureza

Alimentos geneticamente modificados

geneticamente modificados

Está preocupado com os alimentos geneticamente modificados? O GMO Revealed é um óptimo documentário que aborda muitas das questões e preocupações que a maioria das pessoas tem hoje em dia.

Em Março de 2014, cientistas da Universidade de Indiana anunciaram que realizaram pesquisas para examinarem as operações do genoma da mosca da fruta “em muito maior detalhe do que anteriormente” e que identificaram “milhares de novos genes, transcrições e proteínas”. Os seus resultados indicaram que a o genoma da mosca é “muito mais complexo do que se suspeitava anteriormente e sugerem que o mesmo será verdade para os genomas dos outros organismos superiores”. Dos aproximadamente 1.500 novos genes que foram descobertos, 536 deles foram encontrados em áreas que anteriormente se acreditava serem zonas livres de genes. Para além disso, quando as moscas foram submetidas a stresse, pequenas mudanças no nível de expressão de milhares de genes ocorreram e quatro genes recentemente modelados foram expressos de forma totalmente diferente.

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As autoridades da União Europeia violaram as suas próprias regras e descartaram evidências de cancro para manterem o glifosato no mercado

Um novo relatório do toxicologista Dr. Peter Clausing, mostra que as autoridades da UE violaram as suas próprias regras e desconsideraram as evidências de que o glifosato é cancerígeno, para chegarem à conclusão de que o produto químico não causa cancro.

As autoridades da UE chegaram à conclusão de que o glifosato não é cancerígeno, desconsiderando e eliminando as evidências de cancro em experiências com animais, violando as directrizes que devem orientar o seu trabalho, de acordo com um novo relatório [1] do toxicologista alemão Dr. Peter Clausing.

O relatório mostra pela primeira vez que o glifosato deveria ter sido classificado como cancerígeno, de acordo com os padrões actuais da UE. Isso significaria uma proibição automática ao abrigo da legislação da UE sobre pesticidas. No entanto, as autoridades da UE ignoraram e violaram esses padrões, permitindo-lhes chegar a uma conclusão de que o produto químico não é cancerígeno.

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As novas culturas geneticamente modificadas utilizam tecnologia de interferência no ARN para esterilizarem em massa

O silenciamento de genes levantou algumas sobrancelhas quando foi promovido, há pouco mais de um ano, como a próxima tecnologia “milagrosa” de alteração de genes. Foi desenvolvida com a capacidade de fazer inserções e deleções “precisas” no genoma de uma planta. Esta nova tecnologia foi desenvolvida para utilizar a interferência de ARN para bloquear a tradução de proteínas num gene. Não soa tão ubiquitariamente perigoso até perceber que o alvo específico é a capacidade reprodutiva de um insecto.

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Novos documentos mostram que um popular artigo Pro-Monsanto foi realmente escrito pela própria Monsanto

De acordo com documentos recentemente divulgados por via de um processo contra a Monsanto, no que diz respeito à segurança do glifosato, um herbicida amplamente utilizado, um proeminente académico da Universidade de Stanford permitiu que o gigante agroquímico escrevesse um artigo em seu nome. Posteriormente foi publicado na revista Forbes.

Henry I. Miller, um colega de Robert Wesson em Filosofia Científica e Política Pública na Hoover Institution da Universidade de Stanford, tem sido um aliado de longa data das grandes empresas agrícolas, bem como da indústria do tabaco.

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Os Cientistas finalmente descobrem porque comer carnes vermelhas causa cancro

Um novo estudo da Universidade da Califórnia de San Diego descobriu o culpado por detrás da associação entre o consumo de carne vermelha e cancro – e tudo isso tem a ver com um açúcar.

Os seres humanos são os únicos animais que apresentam maior risco de cancro no que diz respeito ao consumo de carne vermelha, já que outros carnívoros comem carnes vermelhas sem efeitos secundários.

O estudo, que foi publicado a 29 de Dezembro no “Procedimento da Academia Nacional de Ciências”, descobriu que um açúcar único chamado Neu5Gc, encontrado na maioria dos mamíferos, mas não nos seres humanos, desencadeia uma resposta imune que, por sua vez, causa inflamação.

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Mercúrio e Chumbo: a Falácia dos “Níveis Seguros”

No nosso mundo cheio de toxinas, muitas vezes estamos à espera que as agências governamentais nos digam quais os níveis de exposição que devemos considerar seguros ou inseguros. Se a nossa exposição não exceder um limite determinado pela agência, assumimos que não existem razões para nos preocuparmos. Mas como é que as agências reguladoras determinam esses mesmos limites? Existem evidências consideráveis ​​que sugerem que os limites de segurança são frequentemente arbitrários e não definem com precisão os riscos.

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Dependência do Açucar: porque é que acontece e como acabar com ela

A DEPENDÊNCIA DO AÇUCAR: O CICLO PERPÉTUO 1. Você come açucar – você gosta, você devora-o – tem propriedades adictivas 2. Os níveis de açucar no sangue disparam – a dopamina é libertada no cérebro levando à dependência. 3. Os níveis de açucar no sangue caem rapidamente – os níveis altos de insulina causam o imediato armazenamento de gordura – o corpo fica ansioso pelo “pico” de açucar perdido 4. Surge a Fome e o Desejo de Comer – baixos níveis de açúcar no sangue causam um aumento do apetite e desejo de comer – o que faz com que o ciclo se repita.

Independentemente do que tenha para escolher, você não consegue evitar as escolhas “adocicadas”. Você quer sempre a sobremesa, mesmo quando a sua refeição o deixou satisfeito. Para si, qualquer hora é hora de lanchar – e esse momento é apenas outra desculpa para deitar a mão a algo revestido de açúcar. Se isso ressoa consigo no que diz respeito à sua relação com os doces, é provável que seja viciado em açúcar.

A sua relação com o açúcar é como qualquer outra relação nefasta. Você provavelmente sabe que é nefasta mas simplesmente não consegue convencer-se a afastar-se dela. Talvez não possa convencer-se de que precisa de deixar o açúcar para sempre, mas a informação neste artigo pode ajuda-lo.

Olhemos para os diferentes tipos de açúcar, o porquê de estar tão convencido de que precisa de açúcar na sua vida e, mais importante, como você pode vencer seu vício em açúcar de uma vez por todas, e deixar os maus hábitos de vez.

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