Liderança na Era da Unidade

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Eu escrevo este artigo como um exercício de imaginação para facilitar aquilo que eu imagino que será a inevitável ascensão de uma nova rede global de líderes de diferentes culturas e contextos, ligados através da Unidade, e com uma abordagem comum para lidar com a Transição que ocorre neste momento.

Tendo como ponto de partida o modelo de liderança do Prepare-se para a Mudança que afirma alto e em bom som que nós queremos mais líderes e não seguidores, devemos começar, agora, a atravessar para o outro lado do “Muro”, a linha invisível, a mudança de perspectiva que significa estar do “outro lado”.

Imaginar é mais do que um exercício, é também uma boa forma de acelerar o processo da Ruptura de Compressão.

O NASCER DE UMA NOVA LIDERANÇA

A imaginação pode ser um aliado precioso, mas também um inimigo cruel e implacável se perdermos o controle sobre ela.

Portanto imaginação sem treino é como tentar montar um cavalo selvagem, pela primeira vez, sem treinar ou domar.

Tendo tido o privilégio de realmente ter conhecido algumas pessoas que passaram por um processo revolucionário, desempenhando papéis em ambos os contextos, o que significa antes e depois da transição, eu tive um vislumbre dos desafios mais comuns associados ao processo, assim como as mais frequentes e traiçoeiras armadilhas.

Lembre-se, isto é um exercício, apenas isso. Você pode imaginar que, após o Evento as coisas vão ser muito mais fáceis do que agora, e em alguns aspectos ele tornar as coisas, obviamente, mais fáceis de girir. Mas quando Cobra uma vez disse “Posso assegurar que, após o Evento as zonas de conforto de todos serão definitivamente expandidas ou desafiadas, de uma forma ou de outra,” vieram-me à memória lembranças de observar as pessoas que passaram por esse processo.

E se você pensa que é fácil é melhor pensar duas vezes e começar a visualizar como será desempenhar esse papel.

Também há algumas ideias subjacentes e técnicas simples de Liderança que, ao familiarizar-se com elas, fará a sua missão poderá ter maiores possibilidades de sucesso.

Desafio: o seu corpo atravessa “O Muro”, mas a sua mente fica retida no outro lado.

Pense nisso. Neste momento nós discutimos estas questões essenciamente com pessoas que partilham dos mesmos interesses.

Nós fazemos as nossas reuniões para meditar, discutir os últimos desenvolvimentos, temos nossos fóruns e grupos de internet favoritos onde podemos discutir livremente os mais recentes desenvolvimentos na situação planetária e assim por diante. Nós não podemos dizer que é um segredo ou que nós estamos numa uma missão altamente confidencial, mas a verdade é que nós procuramos lugares onde podemos expressar-nos livremente.

Nós planeamos e imaginamos como romper o véu e as camadas de engodo em que fomos envolvidos.

Estamos em modo de “Resistência”.

Por mais chocante que isso possa parecer isto poderá ser muito diferente das circunstâncias com as quais pode ser confrontado com depois de atravessar “O Muro”, o horizonte do Evento propriamente dito.

Para compreendermos plenamente isto, primeiramente temos de entender como a mente Humana funciona.

Os nossos padrões de pensamento operam através de algo chamado de redes biológicas neurais.

No fundo nada mais são do que circuitos que definem as suas rotina, os seus processos habituais para fazer as coisas, como você reage ou como você age em face da informação recebe do seu Eu Superior, da sua alma, da sua consciência. O que acontece é que você pode “pensar” toma uma decisão, mas a ciência prova que, a um certo nível inconsciente você já tomou essa mesma decisão cerca de 30 milissegundos antes de se consciencializar da mesma. Isto acontece por causa das redes neurais biológicas em funcionamento. Não é nada de negativo, porque para nós para operarmos em qualquer realidade precisamos de rotinas. O problema surge quando você perde a capacidade de reprogramar-se a si mesmo ao desconectar-se do seu Eu Superior. Em seguida, essas rotinas e padrões começam a virar-se contra si.

É claro que agora nós sabemos o que interfere com essa ligação. Implantes, toxicidade ambiental e parasitas hiperdimensionais.

Partindo do princípio que o Evento vai limpar todas estas “interferências” que perturbam os nossos padrões de pensamento ficaremos, no entanto, com as nossas rotinas ou redes neurais.

O ponto a reter aqui é que, com ou sem interferências, as nossas redes neurais, de momento, estão programadas para o modo de “Resistência”.

Isto é para nos ajudar a romper o véu, ligarmo-nos ao Eu Superior, tentarmos por todos os meios ajudar a despertar os outros em redor de nós, publicar furiosamente no Facebook tudo o que pode expor mentiras, publicar o mais recente artigo de opinião que fará com que alguém tenha o seu momento de epifania. Também procuramos pessoas que nos façam sentir “seguros” ao discutir abertamente estas questões. É normal. É compreensível. Todos nós fazemos isso.

No entanto, é um papel constante de “Resistência” que somos chamados a desempenhar. Daí, por estar a agir de acordo com essa programação, subsistirá o risco de que o continue a fazer quando já não for necessário.

É por isso que eu digo que o nosso corpo pode cruzar “O Muro”, mas a nossa mente pode ficar retida no “outro lado” – O modo de Resistência.

Essa é a principal característica que observei em pessoas que anteriormente passaram por grandes transformações sociais. Recorde-se que os Hippies nos anos 60 tornaram-se os Yuppies nos anos 80. Porquê? Tente pensar ao contrário. Enquanto eles estavam no lado da “Resistência” na década de 60, e porque algumas vitórias aparente tinham sido alcançadas, mais e mais pessoas despertaram, mas porém as suas visões e missões ficaram presas e rígidas, tornando-se presas fáceis para os controladores na altura. Na práctica o que aconteceu é que bastou alicia-los com a idéia de eles terem “ganho”, de que não havia mais nada para lutar, que esses mesmos controladores tinham perdido a guerra.

Se isso parece um contra-senso total dedique um pouco de reflexão sobre o assunto. Será que os Hippies queriam “encaixar” na sociedade? Será que eles aspiravam a ter uma família, um emprego, uma vida “normal”? Não. Então, porque é que muitos deles optaram por ir precisamente por esse caminho?

Eu defendo que poderá ter sido por esta questão das redes neurais. E a cabala sabe disso. Quando foram confrontados com a perspectiva de terem uma vida “normal” a maioria deles aceitou de imediato, porque eles não conseguiram adaptar-se à idéia de manter o seu modo de “Resistência” por muito mais tempo, depois de atravessarem “O Muro” . Quando essas rotinas neurais encontram uma realidade não qual não estão programadas para operar, o cérebro opta imediatamente pela realidade mais próxima disponível para criar novas rotinas e padrões por forma a poder operar nessa mesma realidade.

A questão que nos dirá mais respeito a nós é que, quando uma determinada ordem entra em colapso, se você não a substituir conscientemente e intencionalmente, vai acabar por fazer isso de forma involuntária e reactiva.

A consciência lidera sempre, mas apenas se conscientemente optarmos por isso.

No fundo a moral desta história é que depois das mudanças visíveis começarem a acontecer, será muito importante dedicar-se à sua própria reprogramação com o decorrer do tempo, de forma consciente, pois caso contrário você vai acabar comer o que lhe põem no prato.

O erro mais comum nos processos (R)evolutivos: a busca instintiva da segurança

Então, agora nós vivemos discretamente. Não é expectável que muitas outras pessoas que conhecemos, totalmente imersos na realidade artificial actual, leiam qualquer coisa neste site ou noutros parecidos antes do Evento, apesar de que se isso acontecesse seria uma boa surpresa.

Então, nós, que prosperamos entre outros que pensam como nós agora, e sentimo-nos livres para discutir este assuntos entre nós, de repente, podemos ser confrontados com um cenário totalmente desconhecido: a possibilidade de ter “a maioria” a procurar-nos por soluções, decisões ou até mesmo uma visão.

Embora possa ser um cenário muito agradável de pensar agora, eu realmente não sei se todos os que eventualmente podem ser chamados à acção estarão cientes dos desafios reais por trás dele.

Permitam-me explicar.

E se, subitamente, agora, enquanto lê este artigo, alguém (vamos dizer, por exemplo, um responsável do seu município ou perfeitura) o agarrasse na sua cadeira e lhe dissesse “por favor, venha rapidamente, preciso da sua ajuda, eu tenho a população local totalmente em pânico e ouvi dizer que você sabe algo sobre isto. Então por favor, venha e ajude-me. Eu tenho 500 pessoas numa sala exingindo respostas e eu não sei o que fazer “.

Várias coisas podem acontecer.

1. Você pensa que “esse senhor dormia na mesma cama que a cabala. Eu não vou ajudá-lo, nem que um cometa estivesse prestes a atingir a Terra “.

2. Você gostaria de ajudar, mas pensa para si mesmo que não se sente confortável em falar para uma audiência maior e pode comprometer tudo, que não tem perfil para essa tarefa.

3. Você diz “é claro que o ajudo. Eu esperei por essa oportunidade durante X anos. Isto é o que nós desejamos durante tanto tempo”.

A maioria de nós irá escolher o número 3 (eu espero). Isto pode desenrolar-se de maneiras formas diferentes. Você pode ter que falar com as pessoas, estar presente numa reunião de decisores para aconselhar, ir a um programa de rádio, entrevista na TV ou falar com o repórter de um jornal local sobre a situação. No entanto, há várias coisas a considerar aqui. É a primeira vez que fala para uma audiência maior? Tem experiência com grandes audiências, mas não sobre estas questões? Está acostumado a discutir estes assuntos unicamente em círculos muito restritos e de forma semi-secreta?

Então vai deparar-se com um grande desafio e, confie em mim, imaginar a audiência sem roupas não vai resolver o problema.

A este respeito, pode ser útil ter experiência em falar para audiências menores, e também um pouco de experiência de teatro, cinema ou televisão irá certamente pô-lo mais confortável.

No entanto, nada irá prepará-lo para se expor, com o que realmente é e sempre foi, para um público possivelmente confuso.

Temos de perceber que uma coisa é falar para uma audiência sobre o programa espacial secreto na última conferência ou encontro sobre o fenómeno extraterrestre. A sala deverá estar preenchida com entusiastas de OVNI’s que procuram as mais recentes divulgações. Outra coisa é falar sobre as dimensões mais elevadas, programas espaciais secretos, a quarentena da terra, civilizações intraterrenas e outros temas exopolíticos para as mesmas 500 pessoas que no dia anterior de bom grado o colocariam numa instituição mental por falar abertamente sobre isso no meio da rua…

Então, o que é que acontece mais frequentemente? Geralmente o que acontece é que, por ter anteriormente trabalhado na adaptação do seu cérebro à nova realidade, tenderá a actuar defensivamente, em vez de abrir-se e expor-se. Isso porderá fazer a plateia sentir que algo está não “bate certo” e afastar-se.

A este respeito, devemos reconhecer uma outra característica comum nos processos (R)evolutivos: a ascensão de oportunistas, vigaristas e agiotas

Depois de um colapso do status quo eles parecem brotar como cogumelos numa pradaria. Além disso, temos a desvantagem aqui de que todo o nosso material é público. Qualquer um pode apenas ler todos artigos do Cobra, Wilcock, Fulford ou Corey num só dia e proclamar que “sabe” tudo. Esta é uma possibilidade muito real e eu não ficaria surpreso se isso acontecesse.

Isto não é para afirmar que sabemos tudo agora, não é o caso. Acontece é que nós estamos numa missão seguindo a nossa orientação superior para ajudar a libertar este planeta. E nós sentimos isso desde à muito tempo agora. E é aqui que vamos traçar a fronteira e tornar as coisas claras, caso alguém tente alguma coisa “engraçada”.

Os oportunistas são descobertos mais cedo ou mais tarde, mas entretanto eles induzem fracturamento e confusão extras, que é algo do qual nós não precisamos mais durante esse período sensível.

Então, aprender a separar as àguas pode ser muito útil. Isso pode ser fácil se você souber lidar com a exposição. E a exposição não é “Divulgação”. Qualquer um pode ir para um palco regurgitar informação. O que eu estou a falar aqui é de estar pronto para abrir-se completamente ao ponto de poder sentir-se totalmente despido em frente duma platéia.

Lembre-se, as pessoas seguem o sentimento que você transmitir, não as informações. Se você não se revelar a si mesmo vai distanciar-se da audiência. Eles não vão querer saber da sua visão. Se você começar uma conversa dizendo “Eu também fiquei muito perturbado quando descobri isso pela primeira vez e, tal como vocês, eu estou no processo de despertar” é muito diferente de começar por dizer “aqui estão 50 exemplos de delatores que dizem coisas semelhantes “ou ainda pior como cair na tentação de dizer algo como “acordem por favor!”.

Também improvisação é melhor do que um discurso racional. Se você precisar de escrever, escreva ideias, e não um guião completo. Deixe espaço para o imprevisto, para o momento, até mesmo pequenos acidentes como um microfone que não funciona podem ser muito úteis porque deixam-no ainda mais “despido” e pronto para ser sincero, perspicaz e galvanizador, se tiver que ser. Use o humor e sorria, mas não tenha medo de “soar” muito sério. Se as coisas são sérias não devemos fingir que não o são, e se as coisas não devem ser levadas a sério, então também não há problema em dar uma boa gargalhada.

Portanto, apenas “mostre” o seu coração em vez de “falar” com o coração e tudo vai correr bem.

Reuniões e processos de tomada de decisões: percebendo que a sua mente realmente ficou atolada no outro lado do “Muro”

“Para quê a independência, se os escravos de hoje serão os tiranos de amanhã?”

– José Rizal, El filibusterismo

A confiança é um dos aspectos mais críticos em (R)evolucionários. Normalmente, é aqui que as coisas que estavam a correr muito bem até então começam a sair dos eixos.

As razões são na realidade muito simples. Nós confiamos mais nas pessoas que têm padrões de pensamentos semelhantes, interesses comuns, padrões neurais semelhantes em suma ou, acrescentando a espiritualidade à equação, que vêm da mesma família de alma, que são almas gêmeas, encarnados com missões semelhantes, têm frequências ou vibrações semelhantes ou simplesmente maior compatibilidade astrológica.

Desta forma, a inclusão é uma questão importante. Egos ficam à solta quando a sensação de “estar certo afinal”, ou “eu estava certo, os extraterestres que mandavam no governo afinal de contas” começam a ter destaque.

Os movimentos da Nova Era focam-se (demasiado na minha opinão) sobre a questão Ego, e em controlá-lo, usá-lo como uma ferramenta de desenvolvimento pessoal, constantemente debaixo de vigiliância. Mas colocar os holofotes só sobre o Ego é como falar sobre a máquina do Mágico de Oz usava por detrás da Cortina e esquecer que o próprio Mágico existe.

Será também algum circuito neural que precisa de religação / reprogramação mais do que de controlo?

Se for este o caso, estar ciente de alguns aspectos ajudar bastante. Então, se após o desmoronamento de uma estrutura de poder, local ou nacional, for convidado para fazer parte de um colectivo auto-organizada com o objectivo de suster a comunidade ou para reconstrução ou regeneração da mesma, você vai acabar envolvido em actividades de tomada de decisões, grupos de acção ou equipas e ser-lhe-ão atribuídas funções e tarefas.

Geralmente, se você ficou preso no modo de “Resistência”, você vai tender a confiar mais nas pessoas com as quais se sente mais confortável, aqueles que “percebem o que diz”. É precisamente aqui que a cisãoinicial começa. O pecado original numa (R)evolução.

O que acontece de seguida é que você se torna mais e mais interessado em tomar decisões dentro dos círculos em que você confia ou que “o entendem”, e este processo tende a escalar, nos casos mais graves para os conflitos armados, e nos cenários mais suaves pode dar origem à criação de um “partido político” ou uma “facção da oposição”. Tudo isto é uma rotina paranóica auto-alimentada da qual deverá descartar-se logo após a queda do“Muro”.

O guião da cabala para controlar uma (R)evolução, Capítulo 1: escolher uma facção (e manter-se fiel a ela)

A tentação imediata que poderá sentir e que certamente as pessoas que vão ser apanhadas de surpresa vão sentir é a de escolher a sua “nova equipa”.

As revoluções controladas têm uma característica comum: cisões imediatas e polarização.

Mas nós sabemos que a única polarização real, o Evento poderá causar será entre os que estão em ao serviço deles próprios e os que estão ao serviço dos outros.

Infelizmente milhares de anos de controle imposto sobre as nossas mentes, implantes e programação religaram os cérebros da maioria das pessoas (incluindo os nossos provavelmente) a serem prisioneiros da fixação ideológica ou de sistemas de crenças. Daí a “pressa” que possa sentir em escolher o lado do qual vai estar agora.

Mas mais uma vez a neurobiologia pode dar-nos pistas sobre como sair deste círculo vicioso. Na minha perspectiva, quando as necessidades básicas não são suprimidas, é muito fácil chegar a um consenso e evitar discussões não produtivas. Se você não tem comida, abrigo, água ou eletricidade, a escolha é muito simples: ou você vive ou não vive. Então, as pessoas em geral tendem a ser mais cooperativas e a exceder-se.

O desafio pode estar no que possa acontecer depois da poeira assentar.

A NOVA ORDEM MUNDIAL DO AMOR

O cérebro foi concebido para procurar ordem e para operar a realidade que se manifesta através da nossa consciência. A filosofia mais esotérica diz que é mais um receptor e processador de informações. No entanto ele procura incessamente por coisas que funcionam, mesmo se eles já não nos sirvam, que é o caso dos nossos paradigmas actuais. Eles funcionam mal, mas há uma ordem. Acredite ou não, é por isso que o controle de mentes em massa funciona: ordem. A lógica dita que desprogramação das massas deve essencialmente operar da mesma forma – fazer emergir uma nova ordem à medida que a actual se desmorona. A boa notícia é que, com as armas de tecnologias exóticas e parasitas hiperdimensionais a deixarem este planeta de vez, os projectos construídos sobre o amor incondicional vão prosperar e acelerar, tornando a nova ordem uma realidade. No entanto, é importante antecipar desafios e prepararmo-nos.

Podemos chamar a atenção das pessoas e ligá-los à Grelha de Luz Planetária simultaneamente, se tivermos algumas coisas em mente:

1. Nunca dizer “Eu”. Dizer sempre “Nós”. “Nós” somos uma rede, o “Eu” é um cowboy solitário cavalgando em direcção ao pôr-do-sol. Muito mais poderoso.

2. “Nós acreditamos”. Nunca diga “nós sabemos”. Isto está a acontecer porque nós acreditávamos que isto ia acontecer. Se você disser que sabia, as pessoas vão pedir-lhe provas do que está a afirmar e você corre o risco de provocar involuntariamente um debate interminável de troca de argumentos racionais e consequentemente forçar as pessoas a escolher facções, pois a Unidade não se expressa no domínio do racional. Mas acreditar em algo torna qualquer manipulação racional inútil. E é mil vezes mais poderosa.

3. “Cabe-nos a nós”. Nunca diga coisas como “vai tudo ficar bem” a um público nervoso, especialmente se algumas gotas de suor são visíveis a cair do seu rosto ou se está visivelmente nervoso. Então, se alguém reclamar que os bancos ou os sistemas de pagamentos bancários estão indisponíveis, use expressões tão simples como estas: “Precisamos de um plano de acção para lidar com isto – voluntários?” Ou “Devemos trabalhar dentro da nossa comunidade para resolver este problema”. Para além disso, sempre que assuma a liderança voluntarie-se verdadeiramente para fazer algo. Isso faz com que as pessoas se sintam mais capacitadas, confiantes e inspiradas por si.

4. Sempre “sugira”, “proponha” e nunca aja como se a sua fosse a única solução. “Eu sugiro a transformar o parque da cidade numa horta urbana porque é a solução mais segura”. Desta forma, as suas propostas têm muito mais probabilidade de aceitação.

5. Sempre apresente “opções”. Quando algo parece impossível de resolver discutir “opções”. Se você não tem essa carta na manga seja honesto com o público, pedindo-lhes para discutir “opções”. Mas se você fizer isso certifique-se de que ninguém sai da sala sem um plano de acção – não há nada pior do que uma reunião de emergência para discutir uma situação de contingência onde os participantes saem da reunião de mãos vazias. Isso só cria ainda mais confusão e caos.

6. Arquétipos. Infundir o seu discurso com arquétipos de linguagem. São gatilhos poderosos para uma audiência se ligar à sua visão e missão. “Eu tenho um sonho …” lembra-se? A diferença é que algumas pessoas, como a referiada anteriormente, fazem isso naturalmente, como beber água. Se isso não sai de forma natural para si eu sugiro que o pratique. Os Arquétipos de linguagem são imagens da consciência colectiva que são reconhecíveis por todos. Portanto, eles são um factor agregador, que faz as pessoas envolverem-se com a mensagem. Exemplos com os quais pode praticar: “Líder”, “Amor”, “Coragem”, “Sonho”, “Relacionamento”, “Humanidade”, “Universo”, “Vida”, “Alegria”, “Visão”, “Poder” . “Transformação”, “Transição”, “Planetário”, “Global”, “Missão”, “Criador”, Cidadão “,” Herói”.

Então desta forma “Nós temos uma visão. Temos um plano. Temos opções. Nós acreditamos que isto pode resultar. Somos guiados pelo mais profundo sentimento de estar ligados com tudo. Podemos provar que isto vai funcionar? – NÃO. Acreditamos que isto vai funcionar? SIM. Mas isto nunca foi tentado antes – Sim, mas as pessoas, antes do carro ser inventado sonhavam com cavalos mais rápidos não era? “.

Isto vai permitir que a Nova Ordem Mundial do Amor seja alicerçada de forma sólida.

Se você não acreditar, teste nas suas conversas do quotidiano sobre outros temas mais mundanos com as pessoas que você encontra, e veja se nota alguma diferença.

A NOVA ORDEM MUNDIAL DO AMOR, CAPÍTULO 2: lidar com o ódio, sede de vingança e ajustes de contas

Nos processos (R)evolutivos outra característica comum são os ajustes de contas, na sequência da queda do “Império”. E por velhas quezílias não se entende apenas as possíveis vinganças contra a cabala. Podem ser entre vizinhos, um casal, para com um sacerdote de alguma religião pela qual você se sentiu enganado ou, em geral, apenas duas pessoas zangadas uma com a outra. Uma vez que as estruturas de poder começam a entrar em colapso, as ondas de choque atingem-nos a todos. O VAZIO de poder é sentido por todos. Uma vez que o vazio de poder é percepcionado pelos indivíduos, os programas que são executados através das redes neurais do cérebro ficam sem a realidade para a qual elas foram programadas para operar.

O que isto significa para os indivíduos despertos é uma oportunidade! Uma oportunidade de introduzir uma NOVA ORDEM.

Assim, e como explicado neste artigo a vingança e o comportamento espelhado desequilibra e irrita o Universo. E o Universo previligia e favorece o Equilíbrio.

Então, isto aplica-se a tudo o que possa ser chamado a fazer debaixo de circunstâncias extraordinárias.

Lembre-se, a Liderança tem muitas formas de se expressar, mas têm sempre algo em comum os líderes…

Basta imaginar que é convidado a participar numa “comissão de verdade e reconciliação”, a ideia que Nelson Mandela pôs em práctica para evitar banhos de sangue na África do Sul depois de ser eleito. Como iria liderar com a situação se fosse convidado a ter um papel na reconciliação e integração das pessoas que fizeram mal a seres humanos?

Aqui podemos polarizar um pouco e rotular até sem grandes consequências. Podemos distinguir entre os que estão em modo de “Arrependimento” e aqueles que não estão. Os casos mais complicados estão a ser tratados agora e provavelmente não nos caberá a nós lidar com eles, a menos que seja um advogado é claro.

http://www.rebalanceretreat.com/Images/about.jpgMas considere este exemplo. O que fazer com o médico que muitas vezes envenena os pacientes com os produtos das farmacêuticas? Ele é culpado de alguma coisa? Sim. Certo. Será que vamos processá-lo? Estaria ele ciente do que ele estava a fazer? Provavelmente não. Mas se ele estava eventualmente estivesse e continou a fazê-lo, então porque o fez? Pensaria ele que estava apenas obedecendo a ordens? Estaria com medo de repercussões?

Como pode perceber esta investigação é mais do que aparenta e é muito complexa. Trata-se de uma realidade individual sobre a qual nada sabemos nada e é muito subjetiva. Assim, para as infracções de “nível inferior” proponho soluções mais balanceadas.

Em vez do Comité de Reconciliação por que não actualizar o conceito catapultando-o para um outro nível ao criarmos um Comité de Reequilíbrio ou Rebalanceamento, ou algo nesse sentido

Dessa forma o dito médico poderia voltar a estudar, desaprender e reaprender tudo a partir do zero novamente, sendo-lhe atribuído um plano de acção em que ele ficaria responsável por criar um sistema de saúde Holístico e preventivo ao nível da comunidade, por forma a que a população tenha de facto saúde, e recorra a tratamentos o menos possível

Isto pode soar a loucura total para alguns, mas pensemos nas oportunidades que estaríamos a criar. Não é um mero processo de reintegração. Iríamos mais longe e é muito mais um processo regenerativo. Aplicado em grande escala podíamos exponencialmente acelerar o aumento das frequências a nível mundial. Em vez de criar pesos mortos na sociedade que exigem uma vigilância constante, esforço e atenção, criamos uma oportunidade de reequilíbrio e cura.

Isto pode ser aplicado com discernimento, bom senso e orientação intuitiva. É por isso que é tão crucial agora cultivar este discernimento. O discernimento não deve ser usado apenas para identificar o próximo falso denúnciante ou o mais recente truque da cabala. Após o Evento você poderá ser chamado a usar o seu discernimento para ajudar a resolver situações individuais muito reais e de complexidade eleva. Escusado será dizer que a soma de todas estas acções a nível local, numa escala global, irá determinar a velocidade com que o nosso chamado salto quântico colectivo irá ocorrer.

E, claro, os casos mais complicados de não conformidade ou de recusa total em assumir a responsabilidade pelas acções, que esperamos que venha a ser residual, terão de ser tratadas por poderes “mais elevados”.

Mas o ponto a reter aqui é que devemos usar o bom senso e soluções equilibradas. Buscar a punição a todo o custo, sem uma análise mais personalizada e individual das situações, levada ao extremo, pode acabar no cenário paradoxo em que você teria que processar-se a si mesmo, porque esse computador que está a usar agora tem alguns minerais raros que foram extraídos por algumas crianças escravas na China e na África. Então todos temos alguma culpa nalguma coisa, em algum momento, e nós já estamos a viver num planeta-prisão, e isto é certamente algo que não devemos querer levar até ao “próximo nível”.

A NOVA ORDEM MUNDIAL DO AMOR, CAPÍTULO 3: Lidar com as refutações, detratores e polarização racional

Manter a simplicidade

Embora eu seja um grande fã do pensamento crítico, devo admitir que a discussão racional com pessoas que simplesmente procuram falhas nos nossos racciocínios, mais do que procuram sustentar os seus próprios, sem argumentos sólidos e comunicando de forma invasiva ou violenta, é um desperdício de tempo.

Também é uma forma de controlo social, porque isto activa mais a programação dos comportamentos automáticos e, portanto, ficamos mais desconectados da informação que recebemos a partir da glândula pineal, chakras e outros receptores do campo de Consciência / Fonte que possuímos. A cabala sabe muito bem disto e é por essa razão que existem tantos grupos de debate, comissões, conselhos, analistas e especialistas que participam em debates intermináveis que resultam 0 medidas tomadas, não mudando absolutamente nada.

Esta é a estratégia deles. Não é a nossa. Então, aqui estão duas sugestões muito simples para contornar debates inúteis e levar as pessoas a embarcar na discussão de soluções reais para problemas reais assim como debates produtivos. A comunicação não-violenta não é mencionada aqui porque é um pré-requisito para discutir soluções reais e tangíveis.

Evite truques de “Mentalista” e prefira habilidades “Jedi”

Os Mentalistas são manipuladores. Os Jedi colaboram com o fluxo natural das coisas. Os Mentalistas querem o controlo. Os Jedi querem fluir. Os Mentalistas podem ser criativos. Os Jedi são são co-criativos. Os Jedi sabem que não têm o Poder – o Poder flui através deles.

O cerne desta questão é: não precisamos forçar nada. Porquê? O Evento vai “despertar a Força” por todo o planeta. A sua potência tornará os debates e troca de ideias mais fluídos, e certas coisas podem tornar-se mais óbvias quando a Luz incide sobre ela. Daí a necessidade forçar as situações poder tornar-se mais desnecessária, à medida que o tempo passa.

O poder do Contador de Histórias Vs simplesmente relatar o que você sabe ou desenvolver argumentos complexos

Neste capítulo vou usar um exemplo muito prático para demonstrar o meu ponto de vista. Há algo que as pessoas podem contestar ou lançar dúvidas, uma vez existe a possibilidade de colidir directamente com os sistemas de crenças que eles têm “instalados”. Mais cedo ou mais tarde alguém vai ler que o “Novo Sistema Financeiro” tem ligações com a “Confederação Galáctica”, “Programas Espaciais Secretos”, “Resistência”, “Planeta X”, “Extraterrestres” ou “Intraterrestres”, “Dragões”, “ISIS” (Deusa), hiperdimensionais e ultraterrestres e assim por diante… numa primeira tentativa de refutação natural poderão surgir as afirmações de que “isso é loucura”, “Se eles estivessem aqui nós já teríamos descoberto há muito tempo” ou “o governo pode ser corrupto, mas gerido por alienígenas??? Você é louco”… Imagine aquilo com que teve que lidar a vida inteira, mas numa escala exponencialmente maior!

Portanto, neste caso, eu usaria uma história muito curta para agitar as águas um pouco e permitir que as pessoas se questionem a si mesmas. Esta história foi-me contada por um amigo e serve perfeitamente de exemplo:

“Imagine que você é uma formiga e que o mundo inteiro para si é uma fina folha de papel. Você vive aí. Para si não há mais nada. Esta é a sua dimensão e, porque você nunca ultrapassou os limites da sua dimensão, nada mais do que somente aquilo que somente acontece nessa dimensão consegue percepcionar. Não é possível processar qualquer informação diferente daquela que está acostumado a receber, porque não pode interpretá-la, não sabe reconhecê-la. Agora imagine que um ser Humano se aproxima dessa mesma folha de papel. A formiga pode ver “o outro lado”? Mesmo que pudesse ver a mão Humana, será que a formiga sabe o que a mão é e para que serve? Claro que não. Mas a formiga “sente” que algo está lá e geralmente muda seu percurso quando algo se aproxima. Agora imagine que você é a formiga e toda a sua realidade é comprimida nessa fina folha de papel – a sua Dimensão. Você não pode ver as outras dimensões – mas você sente a influência delas e elas têm um efeito sobre si”

Conclusão

Eu acredito que este planeta teve já teve a sua quota parte de revoluções . RE-vo-lu-ção é como a reciclagem ou atribuir um novo rótulo ao mesmo material, e dar-lhe somente uma imagem nova e refrescante enquanto o conteúdo se mantém inalterado. Mas a parte do “RE” dá-me arrepios. Quero que a Humanidade saia dos ciclos viciosos que a amordaçaram ao longo dos tempos. Então, para ser coerente, eu acredito que devemos evitar a palavra “revolução”.

O Arquétipo correcto deverá ser EVOLUÇÃO.

Ou uma expressão que fique mais no ouvido, transversal a várias culturas como “RELOVEUTION”. .

De qualquer forma eu estou muito confiante de que em breve estaremos no outro lado do “Muro”.

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