O Arquétipo Oculto Chamado Vacinação

 

Nos muitos artigos anteriores eu refutei a chamada ciência das vacinas e demonstrei que é um engodo. Agora farei uma abordagem diferente: vou examinar os arquétipos e símbolos associados à vacinação e que lhe dão o seu poder oculto.

Começou como uma versão rude da homeopatia, em que uma versão suave de uma doença era injectada para supostamente proteger contra a doença verdadeira. Rapidamente a vacinação foi militarizada, sendo que o comandante ordenava aos seus subordinados, os Anti-corpos : “Pelotão, alinhar! Agora cacem!”

Hoje, como num renascimento da simbologia antiga, a vacinação é o selo conferido, um sinal de justiça moral. É a marca no braço, que significa a inclusão tribal. Nenhum membro da tribo é deixado de fora. A inclusão pela vacinação protege contra os espíritos invisíveis (vírus).

A noção da tribo é reforçada pelas terríveis previsões de pandemias: os espíritos de outras tribos (de zonas anteriormente desconhecidas na selva) estão a atacar a tribo benevolente, a nossa tribo.

Às mães, os guardas das crianças, é providenciada uma forma de desempenharem o seu estimado, simbólico e animal papel como “leoas”: conferirem o selo aos seus filhos através da vacinação. Proteja o futuro da tribo. Difamar e amaldiçoar as mães que não vacinam os seus filhos. Excomunga-los da tribo.

A cerimónia da vacinação é um ritual de passagem para a criança. Ele / ela é agora mais do a simples descendência dos progenitores. A criança está na aldeia. A criança é propriedade da aldeia. À medida que os anos passam, as injecções de reforço periódicas reconfirmam esse estatuto.

Alguns rituais antigos apresentavam perigos. A criança, no seu caminho para se tornar um homem, seria enviada para viver sozinha na floresta por um breve período e sobreviver. A vacinação simboliza isso de forma passiva: a injecção de vírus-doenças que podem ser prejudiciais são transmutados em espíritos protectores no corpo. A injecção de produtos químicos tóxicos é um portal para a imunidade. Se uma criança sofre danos no processo, os pais e a tribo consideram isso um risco trágico, mas aceitável, porque em geral a tribo e a aldeia ficam protegidos contra os espíritos malignos (vírus).

O impacto psicológico, oculto e arquetípico da vacinação é fundamental: os pais modernos têm a oportunidade de sentirem, a nível subconsciente, um retorno aos tempos passados, quando a vida era mais estimulante, imediata e vital. Essa é a mitologia. A vida moderna, para os consumidores básicos, tem menos dimensões – mas a vacinação desperta memórias adormecidas duma época em que o ritual e a cerimónia eram essenciais para o futuro do grupo. Ninguém iria desertar nesses momentos. A recusa era impensável. A sobrevivência era tudo. O mandato era poderoso. Num nível profundo, os pais de hoje podem experimentar esse poder. É satisfatório.

O médico que dá as injecções é, naturalmente, o sacerdote da tribo, o médico, o detentor dos segredos. Ele é a fonte espiritual e a conexão com os “reinos invisíveis”, onde os espíritos opostos realizam guerras e lutam pela supremacia. Sem o médico, a tribo desintegrar-se-ia.

O médico é autorizado a dizer e a fazer qualquer coisa. Ele pode contar mentiras se as mentiras servirem um propósito nobre e de força maior para a tribo. Ele pode manipular a linguagem, a verdade e o significado. Ele pode transformar o dia na noite. Ele pode ter paradoxos e contradições. Ninguém pode questionar as suas deliberações.

A lealdade ao médico é absoluta. Nesse sentido, um rebelde será exilado ou destruído.

As pessoas que vivem hoje nas sociedades industriais e tecnológicas estão relativamente entorpecidas. As suas opções e escolhas parecem estar confinadas a uma gama de produtos que podem comprar. Eles anseiam por absolutos. Eles querem um comando que promova a necessidade de estimular a adrenalina e o risco de sobreviver. O ritual da vacinação, juntamente com a ameaça sempre presente da doença e surto de pandemia, desperta essa necessidade e risco.

Os pais modernos precisam de arquétipos e símbolos dos espíritos demoníacos. Vírus. Ebola, Zika, Nilo Ocidental, SARS, Gripe Suína. Esses espíritos são invisíveis. Eles podem atacar. Eles atacam.

Nós devemos ir ao homem da medicina para o ritual. Ele colocará o selo de protecção sobre nós e nos nossos filhos. Nunca devemos questionar ou desafiar o médico. Isso é proibido. Ele é orgulhoso e poderoso e pode lançar maldições sobre nós.

Depois, existem as marcas vergonhosas que devem ser evitadas de todas as formas possíveis. Uma criança que mostra erupções e inchaços de doenças é altamente suspeita. Ele não participou no ritual de protecção? Os seus pais são maus? Eles estão possuídos? A criança e os seus pais devem ser evitados? Será que o homem da medicina vai ajuda-los ou colocar uma maldição irreversível sobre eles para que eventualmente acabem por desertar?

Subconscientemente e arquetípicamente, a “ciência moderna da vacinação” é a doutrina. É alquimia. É mágica. Ir contra a magia equivale a tentar derrubar a própria essência da vida na tribo.

Na perspectiva extrema, os rebeldes são portadores dos espíritos malignos (vírus). Eles podem infectar os outros. Eles transmitem espíritos malignos para a tribo e para a aldeia. Eles fazem com que as pessoas fiquem doentes e morram. Sim, o médico está a fazer tudo o que pode para proteger o seu povo (através da vacinação), mas isto é uma guerra. Nada está garantido. Os espíritos malignos estão a investir contra o curandeiro. Devemos ajudá-lo e reforçar o seu poder e vantagem. Temos o nosso papel a desempenhar. Ele é o herói. Apegue-se ao herói. Elogie-o.

Através dos tempos, faça todos os possíveis para engrandecer a sua glória. Ele está envolvido numa luta oculta a níveis que não podemos esperar ser possível de entender para nós. Em nosso nome. Na tribo.

Os seus muitos remédios (incompreensíveis para nós) estão na corda bamba. Devido ao seu poder eles têm riscos (efeitos colaterais). Esses riscos são numerosos. Todas as noites nas reuniões colectivas (anúncios de televisão), somos informados dos numerosos problemas que podem surgir (“pergunte ao seu médico se o medicamento X é o mais adequado para si”). Mas o impacto de ouvirmos essas advertências é extremamente positivo, porque sentimos o perigo e sentimos que o perigo é o que precisamos e desejamos porque, novamente, estamos numa guerra contra os espíritos malignos – e a sensação de risco é preferível a não sentir nada. Dê-nos mais avisos, e vamos experimentar o retorno aos tempos antigos, quando vivíamos à beira da extinção e sabíamos que o sangue que percorria as nossas veias estava vivo.

É preciso uma aldeia. Nós somos a tribo. Nós somos os guerreiros.

A agulha é o transmissor mágico. O êmbolo da seringa é a força. O fluido na seringa é o transformador alquímico. Fiquem em silêncio na sua presença. Aceitem a sua Graça misteriosa.

Vaccination Research Dashboard

Para pesquisas baseadas em evidências sobre vacinas, visite o painel de pesquisa do GreenMedInfo.com.

Fonte: http://www.greenmedinfo.com/blog/occult-archetype-called-vaccination

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