Retomando as Rédeas da Narrativa sobre as Vacinas: “Não existe tal coisa como uma Vacina Segura”

As vacinas não são “seguras nem eficazes”. Não existe nenhuma vacina segura.

Mas você não terá conhecimento disso ao ouvir a narrativa que é promovida pelos meios de comunicação. As Agências Reguladoras da Saúde, designadas para dar a última palavra sobre saúde e segurança dizem: “As vacinas são seguras e eficazes. A ciência está estabelecida”.

No entanto, quando são solicitadas as provas de que as crianças vacinadas são mais saudáveis ​​do que as crianças não vacinadas, essas mesmas agências, que se fundamentam supostamente na ciência, não oferecem nenhuma, alegando que seria imoral fazer esses estudos ou reter da população medidas que “salvam vidas”. “Confie em nós. Caso encerrado”.

Mas as mentes curiosas não se satisfazem e não confiam em opiniões sem provas, à medida que as taxas de doenças infecciosas e crónicas disparam em crianças. Os indivíduos interessados ​​e que vivem pelo Princípio da Precaução querem respostas. Eles recusam-se a serem cobaias que oferecem os seus corpos para experiências.

O estudo original entre os vacinados e não vacinados

As mentes curiosas não aceitam o status quo. Eles procuram informações para fazerem as escolhas informadas. Eles olham para o passado, antes do início do Centro para o Controlo de Doenças (CDC) dos EUA em 1946. E eles descobrem o primeiro estudo de Alfred Wallace publicado em 1889, entre indivíduos vacinados e não vacinados, relativo à primeira vacina contra a varíola, Vacinação: Validada como Inútil e Perigosa.

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As conclusões do estudo com base em quarenta e cinco anos de estatísticas de registos concluíram o seguinte (p 4):

  • Durante os quarenta e cinco anos do registo das mortes e das suas causas, a mortalidade pela varíola diminuiu muito ligeiramente, enquanto ocorreram epidemias severas e extremamente graves nos últimos doze anos do mesmo período.
  • Não há evidências que demonstrem que a pequena diminuição da mortalidade por varíola se deva à vacinação.
  • A gravidade da varíola como doença não foi atenuada pela vacinação.
  • Que várias doenças inoculáveis ​​aumentaram de forma alarmante coincidentemente com a vacinação forçada.

As duas primeiras reivindicações foram provadas pelos Relatórios do Registrador Geral entre 1838 e 1882. Os resultados foram incontestáveis, apresentados em figuras e gráficos para todo o período, de modo que os dados não puderam ser manipulados.

O autor observou que durante este período de tempo, um declínio nas mortes por Diarreia e Tifo foi seis vezes maior do que o declínio das mortes por varíola devido ao saneamento mais eficiente, maiores cuidados pessoais em relação à saúde e provavelmente também a métodos de tratamento mais racionais”. Outros relatos do mesmo período, como o do Dr. Walter Hadwen, MD, concordaram.

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“Algures no tempo acreditei em Jenner; acreditei em Pasteur. Eu acreditei na vacinação. Eu acreditei na vivisecção. Mas eu mudei de ideias em função de ter refletido bastante. Eu pertenço à nova tendência, e não à anterior e antiquada tendência dos meus detratores no ramo da medicina” – Dr. Walter R Hadwen, MD. (1896).

Mesmo com as melhorias nos cuidados de saúde e saneamento levadas em consideração, o facto de que a mortalidade por varíola não tinha diminuído igualmente sugeriu a Wallace que

“provavelmente há alguma causa contrária em jogo …” A causa pode, possivelmente, ser a própria vacinação”.

Usando os próprios dados do governo, Wallace passou a demonstrar a sua tese. Ele escreve:

“Agora está comprovado pela única série completa de registos oficiais que existem: “Que uma das epidemias mais severas da varíola de que há registo, dentro do período das estatísticas precisas, ocorreu após 33 anos de vacinação obrigatória e penalizável “.

A ciência da vacinação era clara em 1889 após 45 anos de observação e colecta de estatísticas. Este estudo não só mostra que a vacinação é “inútil e perigosa”, mas também vira a opinião do Supremo Tribunal Federal dos Estados Unidos em 1905, sobre o caso Jacobson v. Massachusetts, 197, Estados Unidos, de pernas para o ar. Esta opinião confirmou a autoridade dos Estados para fazerem cumprir as leis da vacinação compulsiva com base num surto de varíola nos Estados Unidos.

De acordo com a definição da “ciência estabelecida” do CDC, a ciência da vacinação foi “resolvida” em 1889, razão pela qual o CDC ignora e suprime a ciência e nunca mudará o seu mantra.

Aqueles que controlam a Narrativa controlam os Resultados

O CDC detém a palavra final sobre saúde e segurança porque o resto de nós permite que eles tenham a última palavra. O CDC é o dono da linguagem, não porque compram 4 biliões de vacinas por ano das empresas farmacêuticas, não porque tenham ficado cativos das grandes farmacêuticas em flagrantes conflitos de interesses e morais, não porque escondam as lesões e mortes por vacinas no Tribunal secreto governamental das Vacinas, mas porque nós, as pessoas, concordamos com o crime.

Quaisquer novos estudos entre vacinados e não vacinados, como o publicado recentemente (e depois retirado), por Anthony R. Mawson, Professor de Epidemiologia e Bioestadística da Escola de Saúde Pública da Universidade Estadual de Jackson, não são “novos”, mas sim confirmam o original. Como Mawson escreve:

A força e a consistência dos achados, a aparente relação “dose-resposta” entre o estado de vacinação e as várias formas de doenças crónicas, e a associação significativa entre a vacinação e os distúrbios do desenvolvimento neurológico suportam a possibilidade de que algum aspecto do actual programa de vacinação poderá estar a contribuir para riscos de morbidade infantil.

No entanto, ao contrário da narrativa clara e independente de Wallace em 1889, Mawson et al, têm o cuidado de usar a narrativa do CDC ao discutir as suas descobertas. Eles introduzem os resultados dizendo:

As vacinas estão entre as maiores realizações da ciência biomédica e uma das intervenções de saúde pública mais efica do século XX.

Esta é uma mensagem confusa que mantém a narrativa do CDC. Isto é a oposição controlada, que é permitida ser publicada, mesmo que apenas temporariamente. Sob essa narrativa, nada muda. E a obrigatoriedade das vacinas torna-se lei, como visto na lei SB277 da Califórnia e noutros relatos por todo o país. Sob a oposição controlada, a liberdade de escolha está em risco.

Como indivíduos com liberdade de decisão, podemos escolher o que aceitamos ou não, baseando-nos em evidências e na nossa experiência pessoal. Aceitamos a opinião das agências governamentais que obtêm lucros das próprias vacinas e medicamentos que consideram “seguros e eficazes”?

Se quisermos liberdade de escolha, devemos apresentar todas as provas. Devemos ser perfeitamente claros. Devemos reformular os argumentos, tomar as rédeas da narrativa e reivindicar o controlo da linguagem usada. Se alguém ou qualquer agência declarar que “a ciência está estabelecida”, as mentes curiosas agora têm as provas originais, preto e branco, como evidência.

A nova narrativa das vacinas é a narrativa antiga: as vacinas são inúteis e perigosas. Não existe uma vacina segura.

Por Rosanne Lindsay

Rosanne Lindsay é uma médica de Naturopatia certificada e terapeuta Tribal da Turtle Island Provider Network. Ela é uma defensora da Saúde, co-fundadora do Wisconsin For Vaccine Choice e autora do livro The Nature of Healing, Heal the Body, Heal the Planet. Encontre-a no Facebook em Rosanne Lindsay e Natureofhealing e consulte-a (estão disponíveis consultas remotas) em natureofhealing.org, onde este artigo foi publicado pela primeira vez.

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